PEPB - Parque Estadual da Pedra Branca

Preservação e Educação Ambiental - Consciência Cidadã - Sustentabilidade

FOCO DE ATUAÇÃO

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Parque da Pedra Branca

 

PRESERVAÇÃO DO PARQUE

A Comunidade Christe possui algumas áreas próprias, escrituradas e datadas desde 1924, que ultrapassam 100.000 m2 dentro do Parque Estadual da Pedra Branca.

Além de preservar essas áreas próprias, ela existe e está comprometida na preservação de todo o parque segundo o seu Plano de Manejo (Resolução Inea nº 74, de 2 de julho de 2013), e auxilia, também, na preservação dos ecossistemas locais da grande área de Jacarepaguá, como: outros parques, as lagoas da região, seus manguezais, praias de reserva, atuando em parceria, através de pesquisas, ações de preservação e manutenção dos processos ecológicos, apoiando estruturas de fiscalização e promovendo a integração à vida econômica e social das comunidades vizinhas.

 

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE

A Comunidade Christe entende que a melhor forma de garantir a preservação do PEPB e os demais ecossistemas da Grande Jacarepaguá, é investir em Educação Ambiental e na construção de uma Consciência Cidadã e de Sustentabilidade.

Para isso, a Christe desenvolve o projeto EES - EDS 2030, que objetiva transformar as escolas da região em Escolas Eco-Sustentáveis, garantindo assim, uma opinião pública dotada de consciência ambiental e cidadã.

Você pode apoiar os projetos sócio-ambientais da Comunidade Christe.

Faça contato conosco:

+55 21 997 977 120

+55 21 997 977 129

A Christe, conforme seu Estatuto Social, tem sua prioridade e foco de atuação ambiental na preservação da MATA ATLÂNTICA, especificamente o Parque Estadual da Pedra Branca - PEPB, a maior floresta urbana do mundo.

 

O PEPB foi criado pela Lei Estadual nº 2.377 de 28 de junho de 1974, compreendendo todas as áreas situadas acima da linha da cota de 100 m do Maciço da Pedra Branca e seus contrafortes, com área aproximada de 12.492 hectares (três vezes maior que o Parque Nacional da Tijuca), localizado na Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, nos seguintes bairros: Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Vargens Grande e Pequena, Grumari, Guaratiba, Ilha de Guaratiba e Pedra de Guaratiba, Camorim, Jacarepaguá, Taquara, Padre Miguel, Bangu, Senador Camará, Jardim Sulacap, Realengo, Santíssimo, Campo Grande, Senador Vasconcelos.

O parque protege a nossa Mata Atlântica. Contém o Pico da Pedra Branca (o ponto mais alto da cidade do Rio de Janeiro com 1025 metros de altitude), abriga as represas do Camorim, do Pau da Fome, um antigo aqueduto, antigas fazendas coloniais e um valiosíssimo patrimônio arquitetônico contendo: a Capela de São Gonçalo do Amarante (de 1625), a Igreja de Nossa Senhora de Monserrat (de 1776) e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e São Boaventura (de 1730).

São os seguintes alguns dos objetivos de sua criação: preservar esse remanescente florestal localizado em ponto estratégico do Rio de Janeiro e área núcleo de biodiversidade da Mata Atlântica; preservar mananciais hídricos ameaçados pela expansão urbana; proteger paisagens naturais e pouco alteradas de notável beleza cênica no seu interior; proteger e revitalizar construções históricas, ruínas e sítios arqueológicos; proporcionar meios e incentivos para atividades de pesquisa científica e monitoramento; promover aos visitantes oportunidades de recreação ao ar livre e valorizar econômica e socialmente a diversidade biológica, com o aproveitamento dos serviços ambientais que o parque disponibiliza.